UERR Edições

NORMAS EDITORIAIS DA UERR EDIÇÕES

Art. 1 – Os textos submetidos à UERR Edições deve atender à sua política editorial, ser atual e atingir o grande público.

  • 1o – O Conselho Editorial, ouvidos os pareceristas ad hoc, decidirá sobre a publicação de obras.
  • 2o – O Conselho Editorial, decidirá em última instância sobre publicações de quaisquer naturezas e diligenciará sobre os encaminhamentos necessários.
  • 3o – O julgamento da qualidade e da relevância das obras deve ser orientado segundo as particularidades da área do conhecimento a que ele pertença.
  • 4o – As obras recomendadas para publicação devem se adequar às Linhas Editoriais da UERR.

 

Art. 2 – Linhas Editoriais são categorias específicas que definem a finalidade básica de determinada publicação. As Linhas Editoriais da UERR Edições são:

  1. divulgação científica – livros voltados para a difusão de conhecimentos acadêmicos, abrangendo Trabalhos de Conclusão de Curso, Monografias, Dissertações, Teses, além da publicação eventual de resultados de Projetos de Pesquisa institucionais;
  2. livros didáticos e paradidáticos – obras com a finalidade de auxiliar nas atividades de ensino, bem como na extensão e na pesquisa.

Art. 3 – Toda publicação da UERR Edições deverá possuir um número de registro, de acordo com a sua natureza:

  1. ISBN (International Standard Book Number) – para livros (e softwares), individualizando-os por autor, título, país, editora e até por edição.

 

Art. 4 – Todos os originais de livros submetidos, à apreciação pela UERR Edições devem ser apresentados de forma completa, de acordo com a seguinte estrutura física:

  1. Elementos externos:
  2. a) capa contendo o título da obra, nome do(s) autor(es), logomarca da editora, número de volumes (se houver);
  3. b) lombada com o título da obra, nome(s) do(s) autor(es) e número do volume (se houver);
  4. c) orelha (opcional), indicada para colocação de dados bibliográficos do autor e/ou de críticas;
  5. d) contracapa, ocupada por texto de apresentação ou divulgação da editora;
  6. e) errata (quando houver), dedicada à correção de erros persistentes às revisões apresentadas em forma de lista com a respectiva indicação do número de páginas;
  7. Pré-textuais:
  8. a) falsa folha de rosto (apenas o nome da obra);
  9. b) verso da falsa folha de rosto (lista de autoridades, número e nome dos volumes, logomarca da ABEU e ficha catalográfica);
  10. c) folha de rosto (nome do autor e/ou organizador, nome da obra, local, editora e ano da publicação);
  11. d) verso da folha de rosto (copyright, crédito dos técnicos, endereços da editora e da e) dedicatória;
  12. f) agradecimentos;
  13. g) epígrafe;
  14. h) sumário;
  15. i) lista de figuras e tabelas;
  16. j) apresentação (pelo próprio autor) e/ou prefácio (por alguém convidado).

III. Textuais:

  1. a) texto (introdução, desenvolvimento, conclusão ou considerações finais);
  2. b) elementos de apoio (citações e notas de rodapé de acordo com NBR 10520 de 2001, ilustrações e/ou tabelas).
  3. Pós-textuais:
  4. a) posfácio (opcional);
  5. b) glossário;
  6. c) referências (de acordo com a NBR 6023 de 2000);
  7. d) apêndices e anexos;
  8. e) índice.

Art. 5 – Os textos provenientes de dissertações, teses, palestras, seminários devem seguir as seguintes instruções:

  1. ser revisado e/ou atualizado para adequação ao formato de livro, sem, contudo, descaracterizar nem desfigurar o conteúdo original do trabalho. Este formato seguirá as normas fixadas no Artigo 18 deste Regimento;
  2. ser claro e objetivo, visando a um público leitor mais amplo, mesmo que trate de assunto especificamente acadêmico, de modo a atender às exigências de mercado;

III. devem ser eliminados os excessos de aparato teórico e crítico, próprios de um trabalho de tese, especialmente a parte referente a materiais e métodos;

  1. devem ser eliminados, ainda, extrato e abstract, excesso de citações, excesso de notas de rodapé e outros itens específicos de um trabalho de tese;
  2. devem ser evitados, na medida do possível, anexos e apêndices;
  3. devem ser evitados textos e citações em idioma estrangeiro no corpo do livro.

Art. 6 – Para agilizar o trabalho de editoração, todos os originais devem obedecer as seguintes características:

  1. boa legibilidade, sem acréscimos, rasuras e corte;
  2. digitação em espaço 1,5, em uma só face do papel;

III. páginas numeradas seqüencialmente;

  1. para qualquer destaque no corpo do texto, use apenas aspas ou itálico;
  2. ilustrações (gráficos, gravuras, fotografias, mapas, desenhos, tabelas, quadros etc.) com a qualidade necessária a uma boa reprodução gráfica;
  3. caso a obra contenha imagens, estas só serão publicadas se os originais forem entregues à Editora acompanhados da devida autorização daqueles que detêm o copyright©, sendo responsabilidade do autor providenciar as autorizações por escrito.

VII. toda ilustração que já tenha sido publicada anteriormente deve conter, abaixo da legenda, dados bibliográficos completos sobre a fonte de onde foi extraída;

VIII. as ilustrações devem ser relacionadas em listas próprias, depois do sumário, e, no decorrer do texto, devem ser numeradas seqüencialmente, independente da numeração das páginas da publicação, devendo ainda estar devidamente marcadas em locais próximos do trecho onde são mencionadas;

  1. citações (palavras, expressões, períodos) deverão ser cuidadosamente conferidas pelos autores e/ou tradutores, pois as incorreções de textos ou grafia serão de sua inteira responsabilidade, salvo em casos de falhas de impressão;
  2. no caso de textos em língua portuguesa, toda citação (palavras, expressões, períodos) em língua estrangeira deverá ser substituída pela sua tradução em língua portuguesa;
  3. os títulos de obras em língua estrangeira deverão ter tradução registrada entre colchetes;

XII. unificar a forma de usar as expressões “a priori”, “a posteriori”, “versus”, “per si” etc., que devem vir sem itálico, desde que se encontrem já dicionarizadas;

XIII. padronizar o uso de “grifos meus”, “grifos nossos” ou “grifos acrescentados” etc.;

XIV. evitar o uso do “op. cit.”, do “ibidem” e do “idem” nas notas bibliográficas e usar sempre o nome da obra por extenso;

  1. em todo o trabalho deve haver uniformização do grifo (negrito) ou itálico. O itálico deve ser usado em expressões em língua estrangeira; títulos, títulos de periódicos e de livros e nomes científicos de espécies animais e vegetais. O grifo deve ser usado para dar ênfase a palavras ou letras do texto;

XVI. em textos que contenham fórmulas matemáticas ou outras, deve-se observar o seguinte:

 

  1. a) quando ocorrerem no meio do texto, na seqüência normal das frases, deve haver o

entrelinhamento suficiente para comportar sua presença; se isoladas, um espaço superior e outro inferior equivalentes a 1 cm;

  1. b) quando transportadas para a página seguinte (procedimento a ser evitado), devem ser precedidas de uma linha de texto ou de explicação do tipo “ou seja”, “por outro lado”, etc.;
  2. c) não devem ultrapassar 11 cm de largura;
  3. d) se necessária, a divisão das fórmulas em duas linhas ou mais só pode ocorrer em lugares em que haja sinais como + (mais), - (menos), = (igual) etc., devendo o sinal ser repetido no início da linha seguinte.

Art. 7 – Casos omissos deverão ser resolvidos pelo Conselho Editorial da UERR Edições.

 

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